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Estresse na gravidez

29 junho 2012


Será que ele pode prejudicar o bebê? Novo estudo diz que o estresse aumenta o risco de a criança ter problemas de comportamento
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Você está toda feliz com o bebê que está esperando. Por vezes, quis que o mundo parasse para poder curtir esse momento, mas não tem jeito. Tudo continua acontecendo à sua volta. É o relatório do seu trabalho que deu errado, a empregada que resolveu não aparecer justo no dia que teria visitas à noite, o seu outro filho que foi mal na prova. Será que esse estresse todo prejudica o bebê na barriga? 

Cientistas do Perth´s Telethon Institute for Child Health Research, na Austrália, coletaram dados de 3.000 grávidas e situações pelas quais passaram na 18a e 34a semana de gestação. Depois, analisaram o comportamento das crianças e adolescentes com 2, 5, 8, 10 e 14 anos. O resultado do estudo, publicado no jornal científicoDevelopment and Psychopathology, revelou que, quanto mais eventos estressantes a gestante passar durante os nove meses, mais risco a criança tem de ter problemas de comportamento. 

Para Alessandro Danesi, pediatra do Hospital Sírio-Libanês (SP), apesar de o estudo ter algumas ressalvas, o pré-natal tem, de fato, um impacto no comportamento do bebê. “O bebê tem uma sensibilidade grande no útero e toda vez que há alterações de humor ou do comportamento da mãe", diz. "Na prática, percebo que bebês de mães que tiveram uma gestação turbulenta, com forte estresse, como a morte de um parente, tendem a ser mais agitados, com mais cólicas e dificuldade para dormir." Mas o especialista alerta: isso pode ser revertido se o ambiente em que a criança vive for tranquilo e rodeado de carinho

E esse é exatamente um dos pontos enfatizados pela autora da pesquisa australiana, Monique Robinson. Segundo ela, independente da exposição do bebê ao estresse no útero, o acolhimento após o nascimento proporciona à criança um enorme potencial para mudar seu curso de desenvolvimento. “Isso é conhecido como ´plasticidade do desenvolvimento', o que significa que o cérebro pode se adaptar e se modificar à medida que a criança cresce em um ambiente positivo”, disse Robinson ao jornalMedical News Today

De qualquer maneira, vale lembrar (sempre!) que a gravidez deve ser vivida da forma mais gostosa possível. “Em geral, conforme a grávida sente o bebê mexendo na barriga, ela se desliga das coisas externas e passa a curtir ainda mais", afirma Mirna Nakano, ginecologista e obstetra do Hospital Santa Catarina (SP). E é assim mesmo que tem de ser. Afinal, quantas gestações você vai ter na vida? "É preciso investir naquele período, curtir a proximidade com o bebê. Sem contar que o estresse da grávida pode influenciar, inclusive, no parto, na sua tolerância à dor”, diz Mirna. O melhor a fazer para você e o bebê é procurar relaxar e aproveitar cada segundo desse momento tão especial.

LEMBRANCINHAS DIFERENTE

28 junho 2012

Procurando lembrancinhas diferentes???? Confira essas de sabonete decorado. São lindas demais!!!
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GESTAÇÃO E INFORMAÇÃO

Olá queridas mamães, A Sonho De Bebê Enxovais convida a todas para participar do grupo Gestação e Informação promovido peloGrupo MadreSer. É um grupo gratuito e que trás diversas informações para gestantes e mamães. Vamos participar!!!! Mas corram as vagas são limitadas...



Ter um blog ameniza o estresse de mães de primeira viagem, diz estudo


Pesquisa mostra que, ao compartilhar experiências, a mulher se sente mais apoiada
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Você acabou de ganhar seu primeiro filho e anda um “tanto” irritada? Faça um blog! A recomendação é de estudiosos norte-americanos. Eles garantem que escrever e compartilhar suas preocupações e experiências no início da maternidade faz um bem danado! 

Uma pesquisa da Penn State University, publicada no site do Jornal da Saúde Materna e Infantil, do Reino Unido, mostra que, quando as mães de primeira viagem se conectam com outras pela internet, elas conseguem reduzir a ansiedade e aumentar o bem-estar. 

“Parece que fazer um blog ajuda essas mulheres nas mudanças trazidas pela maternidade porque elas se sentem mais ligadas às suas famílias e aos amigos”, disse Brandon McDaniel, coordenador da pesquisa realizada com 157 novas mães com filhos de até 18 meses, ao jornal britânico Daily Mail

Para a psicóloga Andreia Calçada (RJ), a fase inicial da maternidade é muito angustiante, já que a mulher passa por uma grande alteração hormonal, vive mais isolada, já que fica longe do trabalho para cuidar do bebê nos primeiros meses, e tem a sua rotina completamente alterada. E é aí que entram os benefícios do blog.
“Perceber que você não é a única a passar por isso e que outras mães passam pela mesma coisa é importante neste momento. Qualquer atividade em grupo, ainda que virtual, é boa”, diz Andreia. Além disso, a mulher tem uma necessidade maior do que o homem de dividir suas experiências, o que aumenta a sensação de bem-estar ao compartilhar suas novas questões.

Com a gravidez chegando perto dos 9 meses, a jornalista Carol Baggio, que mora em São Paulo, resolveu usar a internet para manter as avós da filha Nina, hoje com 1 ano e 10 meses, atualizadas sobre a neta. Morando longe, o blog seria um meio de elas acompanharem o crescimento da menina. 

Mas, depois que Nina nasceu, o espaço tomou outro rumo e Carol começou a falar de assuntos da maternidade em geral – amamentação, parto, relação de filhos e pais, alimentação, educação e cidadania. O nome do blog, Nina Ensina, reflete exatamente o objetivo da jornalista ao trocar experiências com outras mães: aprender. 

Como Carol participa de um grupo de mulheres blogueiras na internet, o mundo virtual e as peripécias de Nina são cada vez mais acessados. E o retorno, por meio dos comentários de cada post, é prazeroso. “Eu gosto porque vejo muitas vezes mulheres na mesma situação, e aí a gente acaba aprendendo junto. Acho que os blogs maternos têm isso, eles fazem com que as blogueiras e leitoras se identifiquem com os momentos das outras e cresçam como mães”, diz.
Respeitar os próprios limites e tomar consciência de que não existe fórmula pronta para lidar com os filhos foi um dos aprendizados de Carol ao dividir a maternidade na internet. “Lendo outros blogs e escrevendo, aprendi que cada bebê tem um ritmo, cada mãe, uma história, cada casa, uma dinâmica.”

Cuidados
Apesar dos benefícios ao compartilhar suas preocupações na rede, é preciso ter cautela ao se expor. Nada de fazer do seu blog um diário virtual, contando tudo o que passa na sua vida. Exibir situações de desentendimento com o parceiro, por exemplo, nem pensar! “É melhor deixar alguns assuntos para serem resolvidos na vida real. Assim evita-se intervenções e comentários desconfortáveis que você não vai querer ler”, avisa Andreia.
Preocupada com a fimose dos filhos gêmeos, Joaquim e Pedro, 3 anos, a psicóloga Camila Colla, do blog Mamãe Tá Ocupada, resolveu pedir ajuda na internet. O que ela descobriu, ao compartilhar sua angústia na rede, foi que o assunto também era comum para outras mães e recebeu muitos conselhos por meio dos comentários.

Apesar de ter sido “socorrida” pela rede, Camila prefere não compartilhar os assuntos mais delicados. “Às vezes aparecem alguns comentários grosseiros e, quando estamos fragilizadas, isso pode realmente magoar”, diz. “Prefiro guardar as maiores dificuldades para mim”, completa.  
Tão perto, tão longe
OK. A internet é importante porque facilita o reencontro de amigos e até promove um vínculo, mas nada substitui o encontro real com os amigos e a conversa cara a cara.
“Pela rede, você pode estar de pijama, sentada no sofá. Pessoalmente, você tem de se arrumar e até mesmo mudar de postura, o que faz uma grande diferença para a autoestima”, diz a psicóloga especialista em família Ana Lúcia Castello, do Hospital Infantil Sabará (SP). 

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CAPA PARA BEBÊ CONFORTO - PRONTA ENTREGA

27 junho 2012

Lindas capas para bebê conforto á pronta entrega!
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GRAVIDEZ - Ideias para curtir ainda mais os nove meses e o pós-parto


Mexa-se! (por você e pelo bebê)
Que praticar uma atividade física faz bem durante a gestação você já sabe, não é? Um novo estudo, feito pela Universidade de Medicina John Hopkins (EUA), constatou que os exercícios ajudam também o coração do bebê. A pesquisa, com 45 gestantes entre 28 e 32 semanas, mostrou que a prática moderada contribui para diminuir os batimentos cardíacos do feto, um sinal de boa saúde do coração, o que representa menos chances de problemas cardiovasculares no futuro. “Além disso, auxilia no controle do ganho de peso, fortalece a musculatura, diminui as dores e melhora a qualidade do sono. E quando se exercita, a grávida libera endorfina, hormônio que causa bem-estar também para o bebê”, afirma Helena Junqueira, ginecologista e obstetra do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos (SP). Ficou animada? Então, a primeira coisa a ser feita é conversar com seu obstetra. Mesmo quem nunca praticou pode começar. Em geral, os exercícios na água, como natação e hidroginástica, que têm baixo impacto, são os mais indicados para gestantes.
Tracy Frankel/gettyimages
Protegida contra a gripe
Se você está grávida e não se vacinou contra a gripe, inclua essa tarefa na sua agenda. O melhor é tomar a picadinha entre abril e maio, assim, seu organismo cria anticorpos contra a doença, em alta no outono e inverno, estações em que a concentração do vírus influenza é mais predominante. Não é excesso de cuidado, não. Durante a gravidez, a sua imunidade diminui, e o risco de desenvolver formas graves da doença é maior, o que pode interferir no desenvolvimento do feto. Vale lembrar que estudos já mostram que os anticorpos da mãe passam pela placenta para o bebê, protegendo-o nos primeiros meses de vida. Outro benefício é que a chance de você ficar gripada no pós-parto é menor, evitando, assim, transmitir a doença para ele. A vacina contra a gripe é segura e pode ser tomada em qualquer período da gestação. É gratuita na rede pública – este ano, a campanha está prevista para o início de maio. Nas clínicas particulares, a dose custa cerca de R$ 70.
Sem pressa para nascer
Espere entrar em trabalho de parto. Vários estudos já mostram o risco da cesárea agendada, e uma pesquisa recente, publicada na Inglaterra, constatou que mesmo bebês que nascem entre a 37ª e a 38ª semana de gestação, já considerados “prontos”, podem ter problemas de saúde. A pesquisa, que envolveu mais de 18 mil crianças, avaliou a altura, o peso e o IMC, além de outros aspectos, aos 9 meses, 3 e 5 anos. E constatou que, em comparação às crianças cujo parto aconteceu a partir da 39ª semana, tanto os bebês nascidos entre a 32ª e a 36ª semana (prematuridade moderada e tardia, respectivamente) quanto os que nasceram entre a 37ª e a 38ª precisaram ser hospitalizados com mais frequência nos primeiros meses de vida do que os que nasceram no tempo certo. Isso porque, em alguns casos, pode haver um erro na data prevista para o parto e, assim, o bebê nasce prematuramente.
Leanne Temme/getty images

























Acerte na hora de comprar o enxoval


Saiba o que é necessário para cuidar de um bebê, para que serve cada coisa e quais as opções que existem. Depois de ler, venha para a Sonho de Bebê Enxovais e se divirta!

Já está pensando em comprar o enxoval do bebê? É tanta coisa que nem sabe por onde começar? Nós vamos ajudá-la com o que realmente é preciso ter para a chegada do seu filho. Lembre-se: com uma boa companhia, você pode escolher tudo com calma e, ainda, ter uma segunda opinião. Abaixo, confira todos os itens necessários e para que servem.
Fábio Mangabeira
Hora de ninar
É bom ter pelo menos três jogos de lençóis. Normalmente, cada um é usado por uma semana inteira. Mas bebês regurgitam, babam e fazem outras coisinhas, que podem exigir a troca da roupa de cama com mais freqüência. Prefira os lençóis 100% algodão. No mercado, existem os de malha, que são supermacios.
Fábio Mangabeira
Proteção fofa
O kit de berço, além de ajudar na decoração, protege o bebê das grades e deixa o local mais aconchegante. Mas, na hora de comprar, lembre-se de que ele precisa ser lavado com freqüência. Modelos com babados, por exemplo, terão de ser engomados e passados todas as vezes, o que pode não ser tão prático. O que acontece também com as versões cheias de detalhes.
Fábio Mangabeira
Bem quentinho
As mantas aquecem os bebês em todos os momentos: no colo, no berço, na cadeirinha do carro. E ainda deixam o visual encantador, quando combinadas com as roupas. Tenha pelo menos uma de cor clara, como o branco ou o bege, para combinar com tudo. Vale a pena investir em uma opção de tecido mais leve, como a de linha, e outra mais grossa, de lã ou soft. Existem também versões dupla face que, esteticamente, parecem duas.


Fábio Mangabeira
Bela limpeza
Os kits de higiene nem sempre são vendidos com tudo o que é preciso na hora de trocar as fraldas do bebê. Em geral, eles possuem potinhos para algodão e cotonetes e, às vezes, tigelinha e garrafa térmica. Se você é daquelas que gostam de ter tudo à mão, pode querer um outro pote para guardar pomada antiassadura, tesoura, termômetro e escova, por exemplo. Se optar por um kit com poucas coisas, veja a possibilidade de comprar peças avulsas ou potes neutros, como os de acrílico.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI1056-10589,00.html

Esquecimentos durante a gravidez sâo normais?

26 junho 2012


Descubra por que sua memória na gestação parece não ser mais a mesma
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Sabe aquele momento em que parece que deu branco total? Uma hora é o aniversário daquela amiga querida que passou batido. Em outra, são as chaves do carro que você não acha... Se você anda apelando para São Longuinho para encontrar as coisas, não se desespere! A falha de memória acontece com a maioria das gestantes. Até mesmo com a cantora Jennifer Lopez. Durante a coletiva de lançamento do filme O que Esperar Quando Você Está Esperando, que aconteceu no mês de maio em Los Angeles, ela revelou que, durante a gravidez dos gêmeos Max e Emme, 4 anos, esquecia até a letra das próprias músicas e pedia ajuda do público para cantar.
Para os médicos, não há uma causa específica para esses esquecimentos, e sim hipóteses. Segundo o neurologista Ivan Okamoto, do Hospital Albert Einstein (SP), memória fraca na gravidez é quase uma lenda. "A tempestade hormonal até pode contribuir para esses esquecimentos passageiros, mas não há nada que comprove isso”, diz Okamoto.
Por isso, o consenso entre os especialistas está na mudança no foco de atençãoneste momento. Dá para entender facilmente. Diante da ansiedade da gravidez e do bebê que está prestes a chegar, as tarefas do dia a dia começam a ficar menos interessantes, certo?

Além da mudança de atenção, uma das explicações para você ter esquecido a letra da sua música favorita ou o nome daquele filme incrível que viu no fim de semana pode ser o estresse. Para o obstetra Gustavo Kroeger, do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP), a preocupação com as alterações do corpo e o planejamento para a chegada do bebê influenciam e muito na memória das gestantes.
“Alguns estudos mostram que as grávidas no fim da gestação têm a memória curta mais comprometida do que as que estão no início da gravidez”, diz o obstetra. O motivo seria a dificuldade em encontrar uma boa posição para dormir, a sensação de estômago apertado e a respiração mais curta após o sétimo mês. Esses desconfortos, somados ainda à ansiedade para o nascimento do filho, fazem com que a mulher fique mais estressada, o que compromete a sua memória
Dê uma força

Enquanto seu bebê não nasce, você pode fazer alguns exercícios para melhorar sua memória. Lembre-se de que seu cérebro é como um músculo – quanto mais usa, melhor fica. 

Ter uma rotina, ler, estudar, anotar seus compromissos e manter a cabeça ocupada são as principais armas para atacar o problema. Exercícios físicos também são indicados, já que liberam endorfina e, assim, amenizam o estresse. Mas lembre-se de consultar o seu médico antes de se matricular em uma academia.
Uma dieta equilibrada também é importante. Evite alimentos gordurosos e fracione sua alimentação em seis pequenas porções para não ficar com a sensação de estômago vazio e mal-estar.

Shantala - a arte de massagear seu bebê

25 junho 2012


A Shantala é uma técnica de massagem que surgiu na Índia. É uma deliciosa maneira de aproximar ainda mais a mãe e seu bebê! O vínculo criado entre o massageado (bebê) e quem o faz (pai, mãe, avós, cuidadores, etc) é de extrema importância para o bebê. Por isso, quem vai aprender a técnica deve agir com grande responsabilidade e muito amor.
Shantala - Foto: Adriana Vieira - Namaskar Yoga
A massagem pode ser aplicada em bebês a partir de uma mês de idade, e não antes disso! É isso que se preconiza na índia, pois assim como a moleira do bebê ainda está aberta, a filosofia Indiana afirma que os chakra, ou seja, os pontos de energia do corpo do bebê, também ainda estão abertos, e em formação, durante o primeiro mês de vida.
Shantala - Foto: Adriana Vieira - Namaskar Yoga
A técnica da Shantala não é difícil de aprender, mas a arte em aplicá-la deve ser respeitada. Há uma sequência a ser seguida e isso deve ser priorizado.
Deve-se criar uma rotina para se fazer a massagem, ou seja, ela deve acontecer sempre no mesmo horário, de preferência ao anoitecer. Pois após recebê-la o bebê deve tomar um banho de imersão (banheira ou ofurô) para se acalmar ainda mais. Depois ele deve ter um soninho reparador, longo e delicioso!
Durante a aplicação, outro ponto importante é o óleo a ser passado no corpinho do bebê. Ele deve ser vegetal (extraído das plantas) e não mineral, vindo do petróleo! Os melhores são os de amêndoa-doce, coco, girassol e uva.
Segundo Frederick Leboyer, obstetra francês, que trouxe esse presente para o nosso continente, "é preciso conversar com a pele do bebê, que tem sede e fome como sua barriga".
Leboyer enfatiza a importância de quem vai aplicar a massagem, de estar 100% onde se está, prestando a atenção no seu bebê, mantendo o olhar em seus olhinhos, e a mãe e o coração juntos!
Os benefícios que essa massagem proporciona são diversos, entre eles a sensação de bem estar e calma. Ao receber o 'toque', o bebê sente-se mais seguro e acolhido. Os estímulos que eles recebem através do toque, produzem endomorfinas, hormônios neurológicos que reforçam sensações de amor, calor, amizade... um verdadeiro ato de amor!
Então, lembre-se: a hora reservada para aplicar a shantala, é hora de ambos estarem juntos, olho no olho, toque a toque!

AQUEÇA SEU BEBÊ NESTE INVERNO

22 junho 2012

Neste inverno não deixe seu lindo bebê passar frio!!! 
Passe na Sonho De Bebê Enxovais e aqueça ele com nossos lindos casacos de tricô!!!
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Cuidado com o uso excessivo de aquecedor no inverno


O aparelho ajuda a manter o ambiente quente, mas não pode ser usado por muitas horas seguidas

Nas noites frias do inverno, que acaba de começar, parece não ter roupa e cobertor suficientes para esquentar as crianças. Os pijamas de flanela saem do fundo da gaveta e os casacos se tornam obrigatórios no dia a dia. Ainda assim, naquela visita que você faz ao quarto do seu filho durante a noite, o encontra todo descoberto e com as mãos geladas. Se você está pensando em comprar um aquecedor para resolver esse problema, atenção! Ele deixa o ambiente quentinho, bem confortável, mas é melhor não abusar. Em excesso, o aparelho pode prejudicar a saúde do seu filho e de toda a família.
  shutterstock












Os aquecedores diminuem a qualidade do ar, deixando-o seco. Isso faz com que as vias aéreas fiquem também mais ressecadas e não cumpram corretamente seu papel de filtrar o ar que inspiramos. Dessa maneira, a entrada de vírus, bactérias e impurezas no organismo fica mais fácil. Resultado: seu filho pode ficar doente!

Uma das saídas é umedecer o ambiente com uma toalha molhada ou uma bacia com água (longe do alcance do seu filho) enquanto o aquecedor estiver ligado. Também é preciso trocar e limpar o filtro do aparelho nos períodos recomendados pelo fabricante. Outra dica para amenizar o ressecamento do ar é escolher um aquecedor com umidificador, que como o próprio nome sugere, mantém a umidade do ar. Se você optar por ter dois aparelhos separados, o tempo de uso do aquecedor deve ser maior que o do umidificador. O ar úmido demais também pode trazer problemas, como o aparecimento de fungos.

O importante é saber que aquecedores são, sim, ótimos aliados em dias frios, mas não devem ficar ligados durante muitas horas. Enquanto você dá banho no bebê, por exemplo, não há nenhum problema em usá-lo. Deixar o aparelho ligado no quarto das crianças entre a hora do jantar e a hora de dormir também está liberado. E não se esqueça de que, mesmo com baixas temperaturas, você deve abrir a casa todos os dias, ventilar os ambientes e manter os cômodos sempre limpos. 
Mais dicas para manter o seu filho quentinho

- Evite as roupas de lã, pois podem desencadear reações alérgicas no bebê. Dê preferência às fibras sintéticas.

- Abra as portas e janelas durante os períodos quentes do dia para aquecer os ambientes naturalmente.

- Os pijamas de flanela são uma boa opção para a noite. O tecido de algodão não agride e não provoca reação alérgica no bebê.

- Se você achar que a roupa não está sendo suficiente para manter o bebê aquecido, vale envolvê-lo em uma manta ou cobertor.

- Cuidado com os exageros. Se o bebê começar a transpirar ou se mostrar irritado sem motivo, por exemplo, pode ser que esteja com calor. Nesses casos, retire um pouco das roupas
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI310264-15056,00-CUIDADO+COM+O+USO+EXCESSIVO+DE+AQUECEDOR+NO+INVERNO.html


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Como proteger os bebês no inverno

21 junho 2012



Até os três meses, os recém-nascidos ainda não possuem as defesas imunológicas do corpo totalmente desenvolvidas. Esta circunstância é uma das causas da necessidade de cuidados extras com a saúde do bebê durante o inverno, estação do ano mais propícia ao desenvolvimento de alergias e doenças respiratórias decorrentes da queda de temperatura, diminuição da umidade relativa do ar e do aumento da poluição.
A Dra. Filumena Gomes, especialista em pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria e médica-assistente da FMUSP, e aconselha que, na hora de visitar o bebê, os parentes não fiquem todos no quarto. “O ideal é que haja um rodízio de pessoas, se possível não no local onde a criança dorme”, diz. “Outro ponto crucial é a higienização das mãos antes de segurar a criança”, recomenda.
Confira a seguir, dez dicas essenciais para proteger os bebês no inverno e garantir que eles fiquem bem aquecidos, longe de doenças e dispostos para se alimentar.
Amamente A mãe que amamenta compartilha os anticorpos com o seu bebê, defendendo-o assim de várias infecções. Recomenda-se que a criança seja alimentada somente com leite materno até os seis meses de idade.
Poucas pessoas no quarto por vez Os adultos conseguem ativar o sistema imunológico com rapidez e eficiência caso entrem em contato com vírus e bactérias, mas os bebês pequenos ainda não desenvolveram essa capacidade. Portanto, as visitas devem ser em doses homeopáticas, com rodízio de pessoas. Evite também o entra e sai do quarto onde o pequeno dorme.
Quarto arejado e ar umedecido ajudamManter as janelas abertas durante o dia para renovar o ar e umidificar o ambiente são ótimas ideias para reduzir o clima seco que favorece doenças respiratórias. Boas dicas são colocar uma bacia com água ou toalha ao lado do berço. Outra dica básica é aderir aos os umidificadores de ar.
Vacinação é importanteQuem cuida do bebê – pais, avós, irmãos, babá – deve tomar a vacina da gripe para evitar ficar resfriado ou gripado. Também mantenha a carteira de vacinação do bebê em dia.
Agasalhe bemAgasalhe o bebê para dormir com body e macacões e não coloque muitas mantas, cobertores, almofadas ou outros tecidos muito fofos no berço. Ele precisa estar aquecido, mas não sufocado.
Banho de solSe não estiver muito frio ou ventando, leve o bebê para passear no sol da manhã, das 8h às 9h, por 15 a 30 minutos.
Lave as narinas com soro fisiológicoSe o ar estiver seco demais, o bebê pode ficar incomodado. Uma dica interessante é lar as narinas com soro fisiológico. Se a criança estiver com congestão nasal, pode aplicar o soro de hora em hora. Caso não resolva, inalações podem ser indicadas, mas sempre prescrita pelo pediatra.
Limpeza geral é fundamentalO acúmulo de pó pode causar alergias nos pequenos. O mais recomendado é fazer a limpeza contínua de objetos como bichinhos de pelúcia, tapetes, cortinas, protetor de berço, mosquiteiro, almofadas e caixas de brinquedos. Para fazer essa limpeza, use água sanitária ou cloro, mas cerifique-se de que o bebê não estará presente no ambiente nas próximas horas para que não seja exposto ao cheiro forte dos produtos.
Não ao tabagismoEvite o tabagismo a partir da gestação. Depois que o bebê nasce, estudos indicam que filhos de pais tabagistas têm mais doenças respiratórias, como crises de chiado e otite.
Animais devem ficar no quintalBebês com predisposição a alergias e doenças respiratórias podem ficar doentes se houver animais, como cães e gatos, dentro de casa. Manter os animais de estimação no quintal é uma boa saída durante o inverno.
Lascritta

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Olá queridos clientes e amigos!!! 
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CAPA BEBÊ CONFORTO

20 junho 2012


Banho dos bebês no inverno pede mais atenção das mães


Evite que ele sinta frio e drible os problemas que causam irritação ao bebê
Quando o inverno chega, a hora do banho é prorrogada até o último minuto. Sentimos frio só de pensar em se despir. E depois, com o banho terminado, não temos vontade de deixar o chuveiro por nada. O frio demanda uma preparação maior para o banho mesmo. Mas, se para os adultos é assim, imagine para os bebês. 

"O banho do bebê precisa ser um momento de segurança e prazer tanto para a criança como para a mãe. No frio, as mães precisam prestar mais atenção com relação a preparação do ambiente para não haver desconforto", explica a enfermeira Mary Kazumi Ikezawa, gerente das clínicas pediátricas do Hospital São Paulo. 

Para evitar que a hora do banho seja um facilitador para que seu bebê tenha problemas típicos do inverno, como gripes e resfriados, preste atenção nas dicas a seguir: 

Qual o momento ideal?

A hora do banho é a mãe que define de acordo com sua disponibilidade de horário. No entanto, alguns pontos precisam ser considerados. É importante que a criança não seja banhada depois de ter sido alimentada para evitar que ela fique enjoada ou com mal-estar. "Após aamamentação, a mãe deve esperar no mínimo duas horas para dar banho no bebê", afirma Mary Kazumi. 

Em dias de inverno, evite banhar a criança nos períodos da manhã e da noite, pois são os momentos de temperatura mais baixa e, portanto, o impacto da baixa temperatura no corpo da criança será maior. "O ideal é que o banho seja realizado no começo ou no meio da tarde", indica a especialista. 

Mas não adianta só levar em conta o horário mais quentinho. Além disso, Mary Kazumi diz que a mãe deve perceber também se a criança está disposta. "Se o bebê apresentar sonolência, lentidão ou se as extremidades, como mãos e pés, estiverem frios e os lábios arroxeados, o banho deve ser adiado ou evitado. Caso isso aconteça, a mãe deve manter a criança bem aquecida", diz Mary.  
vó dá banho em bebê

A temperatura ideal

Uma vez escolhida a hora do banho, a temperatura da água precisa ser muito bem ajustada. "Com o frio do inverno, as mães têm tendência de preparar a banheira com água superaquecida, porém, isso pode ressacar a pele do bebê. O ideal é manter a água morninha, levemente quente", ensina a especialista.

Para saber se a água está morna, mergulhe na água a parte de dentro do antebraço. Como nessa região do corpo, a pele é mais fininha, você vai sentir se a temperatura estiver boa. Se a temperatura da água estiver mais quente que o ideal, a pele do bebê te dará os sinais, ficando vermelha. 

Higienização

O que poucas pessoas sabem é que, por ser muito sensível, a pele da criança pode ficar irritada ou ressecada até mesmo com xampus e sabonetes específicos para bebês. Por isso, a especialista em enfermagem indica que o sabonete deve ser usado em poucas quantidades. "Uma gotinha, apenas nas dobras do corpo, como axilas, pescoço, genitais e glúteos, já é suficiente para que o bebê fique bem limpinho. A mania que as mães têm de querer deixar a criança cheirosa pode gerar incômodos para os pequenos", diz Mary Kazumi. 

Outro ponto, que pode parecer meio estranho por causa de nossa cultura, mas que é muito viável, é que, nos dias muito frios, os bebês não precisam tomar banho diariamente. "A mãe pode optar pela higienização das dobras, com um algodão, sabonete e água morna. Esta higienização deve ser feita por etapas, tirando uma peça de roupa de cada vez e vestindo logo em seguida a peça nova, para evitar que o bebê fique em contato com a friagem." 
bebê banho

Aqueça o ambiente

Deixar o lugar bem aquecido é fundamental para evitar que a criança leve um choque de ar frio, após a saída do banho. A especialista do Hospital São Paulo atenta para a necessidade de a mãe aquecer o ambiente em que a criança será higienizada ou vestida. "Fechar todas as portas e janelas é fundamental. Se a mãe tiver um aquecedor de ambiente deve usá-lo para esquentar o quarto (ou o banheiro). Deixá-lo dez minutos ligado antes do banho, já é suficiente para esquentar o ar", indica. 

Além disso, a mãe deve manter a roupa que a criança irá vestir por perto. "A roupinha não deve ficar no banheiro porque pode ficar úmida. Mas é bom que ela já esteja separada, para evitar que a criança não fique muito exposta. Quando o banho for finalizado, a mãe deve enrolar bem o bebê rapidamente na toalha (que deve ser macia) para colocar a roupinha."

Banheira ou chuveiro?

A banheira é um objeto indispensável para o banho da criança. Até dois anos ela deve ser usada, pois além de permitir que a mãe tenha maior controle sobre a criança, o objeto se assemelha ao ambiente intrauterino, deixando o bebê mais confortável. Se a mãe não tiver banheira em casa, uma bacia grande pode resolver o problema. 

O chuveiro só deve ser usado quando as crianças estiverem um pouco maiores. "O jato de água do chuveiro em um bebê muito novinho é um estímulo forte para a criança e pode deixá-la agitada e incomodada. Além disso, o chão gelado e escorregadio é também um perigo para o bebê."

A especialista Mary Kazumi Ikezawa diz que a passagem do chuveiro para a banheira deve ser feita por volta dos dois anos e meio de idade, quando a criança já está começando a andar e, por isso, consegue ficar mais firme, em posição ereta.  
FONTE:http://www.minhavida.com.br/familia/materias/11348-banho-dos-bebes-no-inverno-pede-mais-atencao-das-maes

TRICÔ PARA SEU BEBÊ

Vamos aquecer nossos bebês neste inverno com muito charme??? Mais uma novidade da Sonho De Bebê Enxovais. Peças em tricô, super quentinhas para seu bebê. Conjunto de casaco, sapato e gorro (touquinha) por apenas R$ 50,00.
Confira!!



HOJE COMEÇA O INVERNO!!!


GRAVIDEZ - CURIOSIDADES DA PARTOLÂNDIA XII

19 junho 2012

A última curiosidade!!!
Curiosidades da Partolândia XII: na imensa maioria das situações, quem determina a entrada em trabalho de parto é o bebê. Quando seu pulmão (último órgão a amadurecer) fica pronto, começa a produzir surfactante, que cai no líquido amniótico e provoca uma reação em cadeia que faz a mulher entrar em trabalho de parto. Portanto quando a mulher não está em trabalho de parto significa que o bebê não está maduro, simples assim. Para entrar em trabalho de parto, não adianta escalda pé, acupuntura, comida apimentada e escrever cartas. O que adianta é pedir pro bebê produzir logo um pouco de surfactante!


Retirado do blog www.renataolah.com.br/serach/label/gravidez (Por ANA CRISTINA DUARTE (Obstetriz e autora do livro: Parto Normal ou cesárea? O que toda mulher deve saber (e homem também). editora Unesp). http://www.madreser.com.br/

DOE LEITE MATERNO!!!

Sonho De Bebê Enxovais apóia esta idéia!!!

KIT BERÇO ONCINHA ROSA

Vejam que lindo esse enxoval encomendado pela querida mamãe Jane Maria Santos Reis!!! Muito Requinte e bom gosto!!!
Vejam mais fotos no álbum ENXOVAL DA LORENA
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CONJUNTO - CAPA PARA CARRINHO E BEBÊ CONFORTO

18 junho 2012

Capa para carrinho e bebê conforto combinando??!! Você encontra na Sonho De Bebê Enxovais!!! 
São os mais lindos e variados modelos, cores e bordados!!! Venham conferir!!!
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BOM DIA!!!

Bom dia clientes e amigos!!! Uma ótima e abençoada semana á todos!!!

MANEIRA CORRETA DE USAR CINTO DE SEGURANÇA NA GRAVIDEZ

16 junho 2012

Mamães de plantão, vejam que interessante isso!!! Muita atenção ao colocar o cinto de segurança para passear de carro...

VACINAÇÃO INFANTIL

Mamães não se esqueçam, hoje tem Vacinação!!!
Proteja o bem mais precioso da sua vida!!!!

VALE PRESENTE - NOVIDADE

15 junho 2012


BEBÊ CONFORTO CHARMOSO E CONFORTÁVEL!!!

14 junho 2012

Bebê conforto charmoso só na Sonho De Bebê Enxovais!!!! 


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Escolha a sua cor, o seu bordado e deixe o seu bebê conforto lindo como seu filho merece!!!
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HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO

08 junho 2012

Boa tarde!!!
Lembrando que neste sábado, dia 09, a Sonho De Bebê Enxovais estará aberta dás 9h ás 18h.
Aproveitem, venham conhecer e encomendar o enxoval dos seus sonhos para o quarto do seu bebê.
Rua Dr. Cândido Cruz, 550 - Centro - Americana - SP
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Parto humanizado reduz mortalidade materna


Especialistas garantem que quanto menor a intervenção, menores também os riscos para a mãe e para o bebê
O risco de uma mulher morrer em consequência ou durante o par­­to de cesariana é quase quatro vezes maior que no caso de parto normal. Campeão mundial em cesáreas – a técnica representa cerca de 70% dos partos ocorridos no país –, o Brasil poderia reduzir os altos índices de mortalidade materna apenas adotando medidas que dispensam ou requerem o mínimo de intervenção cirúrgica para se dar à luz. Nessa nova postura preventiva, as vantagens do parto humanizado ganham cada vez mais espaço entre profissionais e gestantes.
Os dados são alarmantes. De acordo com a Organização Mun­­dial da Saúde (OMS), 600 mil mu­­lheres morrem por ano em todo o mundo em decorrência do parto – uma a cada minuto. Apesar dos esforços, no Paraná a média ainda preocupa. De janeiro a 21 de se­­tembro do ano passado, houve 101.543 nascimentos e 41 mulheres morreram, perfazendo um índice de 40,4 mortes por 100 mil nascimentos, o dobro do índice considerado aceitável. Até o ano passado, a proporção era de 54,6.
Tipos de parto
Existem basicamente duas variedades de parto – normal e cesariana – e, dentro deles, outras modalidades, com suas vantagens e recomendações. A melhor escolha sempre dependerá das orientações do médico, baseadas nas informações colhidas durante o acompanhamento pré-natal e das condições da gestante e do bebê na hora do nascimento
Parto normal (vaginal) Forma convencional de dar à luz. Anestesias como a peridural e a raquidiana aliviam as dores e não impedem que a mãe participe ativamente do processo. Evita hematomas, dores pélvicas e infecções, além de exigir menos tempo de recuperação. Em 24 horas a mãe pode deixar o hospital.
Parto natural Nesse procedimento, a mulher é quem faz o bebê nascer, da forma mais natural possível. Bastante semelhante ao parto normal, mas sem a utilização de anestesia ou qualquer tipo de indução que estimule o nascimento. Tempo de recuperação mínimo.
Parto cesárea (cesariana) Intervenção cirúrgica recomendada apenas para casos específicos como dificuldade do feto para nascer, posição invertida ou tamanho desproporcional do feto e hipertensão ou diabetes materna. Como em qualquer cirurgia, os riscos são maiores. São usadas as anestesias raquidiana ou peridural e, em alguns casos, a geral. É o parto com recuperação mais difícil, lenta e dolorida. A paciente só recebe alta depois de 48 horas.
Parto “sem dor”Conjunto de técnicas que auxiliam a gestante a identificar o momento certo do parto e a relaxar e se concen­trar controlando a respiração. Utiliza anestesia raquidiana ou peridural para di­minuir a dor das contrações sem que ela seja totalmente inibida, e assim evitar que a mulher perca a sensibi­lidade e o controle sobre o parto.
Parto de cócoras (das índias) Oferece a mesma vantagem de recuperação do parto normal. Difere-se pela posição da mãe na hora do nascimento. Mais rápido e confor­tável, a posição de cócoras aumenta a abertura da pelve, facilitando a pas­sa­­gem do bebê. Reduz também a incidência de depressão pós-parto e de dificuldades com a amamenta­ção. No Brasil, teve como importantes incentivadores os paranaenses Moy­sés Paciornik e seu filho Cláudio, que pesquisaram nas aldeias do estado o método utilizado pelas índias.
Parto a fórceps Utilizado apenas em casos de emer­gência ou de sofrimento do bebê com o auxílio do fórceps. O instrumento funciona como uma pinça especial, com as extremidades em forma de colher para prender e puxar de forma adequada a cabeça do bebê na saída do útero, no parto normal.
Parto na água Feito em uma banheira com água na temperatura do corpo (37°C). Como no parto de cócoras, permite a presença de um acompanhante. A água morna aumenta a irrigação sanguínea, diminui a pressão arterial e ajuda a relaxar toda a musculatura, aliviando as dores e agilizando o trabalho de parto. A água também facilita a dilatação do colo do útero. Apesar das vantagens, não é recomendado para os prematuros ou em casos de sofrimento fetal e sangramento excessivo.
Segundo especialistas, esse panorama é resultado da cultura “hospitalocêntrica” copiada do modelo norte-americano. “Médi­cos e gestantes, influenciados pela ideia de maior produção em me­­nos tempo, se convenceram de que o mais prático é marcar a hora do parto, contrariando a própria na­­tureza da mulher”, aponta o obstetra e ginecologista Lucas Barbosa da Silva, coordenador do serviço de obstetrícia do Hospital Sofia Feldman, de Belo Horizonte (MG).
As altas taxas de cesarianas, avalia o médico, não condizem com a realidade econômica brasileira. Em países desenvolvidos, privilegiam-se os procedimentos normais, comprovadamente mais eficientes e menos perigosos tanto para a mãe quanto para o filho. “Mesmo em Cuba, economicamente ainda com muitas deficiências, a mortalidade materna não passa de 25 para cada 100 mil nascidos vivos, resultado direto da preferência pelos partos normais, usados em cerca de 70% dos nascimentos”, explica.
Defensor da humanização, o obstetra lembra que o Ministério da Saúde vem adotando uma série de medidas a fim de garantir melhores condições às gestantes e recém-nascidos. Uma das exigências para as novas maternidades ou para aquelas que passem por reformas é a de separar a área de parto da enfermaria normal e a adoção do conceito PPP (procedimentos de pré-parto, parto e pós-parto no mesmo local e cama, sem que a paciente precise ser deslocada para outro ambiente).
A preocupação com essa realidade faz parte dos compromissos do Paraná assumidos no Pacto Nacional de Redução da Morta­­lida­de Materna e nos Obje­­tivos de Desenvolvimento do Milênio. No entanto, as taxas de mortalidade ainda caem a passos lentos: 2% ao ano, um terço do necessário para que o estado chegue à marca de 39 mortes/100 mil nascimentos. Segundo análise do Observatório Regional de Indicadores de Sus­­tentabilidade (Orbis), esta é a única das 11 metas que não será atingida em 2010 e nem em 2015.
Epidemia silenciosa
Em 20 anos, desde a instalação do Comitê Estadual de Prevenção da Mortalidade Materna e Infantil, foram registrados e investigados 2.667 óbitos de gestantes em função do parto no estado. Dessas, 83% poderiam ser evitadas. As maiores vítimas são mulheres com idade entre 28 e 35 anos, com dois ou três filhos. Nesse tempo, 5.524 crianças ficaram sem mães. “Esta­mos diante de uma epidemia silenciosa que poderia ser evitada com medidas simples”, revela a presidente do comitê, Eliana Carzino.
Pré-natal de qualidade e a presença do acompanhante são algumas das alternativas que otimizariam a redução da mortalidade. “Várias portarias, decretos e leis estão sendo editados para que o sistema seja reorganizado e mais humanizado. As mulheres precisam conhecer e exigir os seus direitos”, orienta. A avaliação dos casos, garante, tem papel essencial na elaboração de ações efetivas para que situações semelhantes não se repitam. O programa “Nascer no Paraná”, lançado em maio, tem envolvido a comunidade nesse controle.
* * * * *
“O parto foi rápido e sem dor”
Grande parte das mulheres sem qualquer problema durante a gravidez e que poderia dar à luz pelo método natural opta pela cesariana por causa da dor do parto. Te­­merosas de que o trabalho de parto possa durar horas e a fim de evitar o sofrimento prolongado, submetem-se à intervenção cirúrgica por considerarem mais cômodo. Na contramão dos avanços tecnológicos, uma técnica simples vem ga­­nhando cada vez mais espaço en­­tre profissionais de saúde e gestantes: o parto na água.
A técnica proporciona maior bem-estar durante o trabalho de parto pelo efeito anestésico da água morna. Na banheira, as mães ficam mais relaxadas e as dores das contrações são amenizadas. Em al­­guns casos, o pai também pode en­­trar na água. “Muitas mulheres que optam pelo parto normal acabam tendo de fazer a cesariana por exaustão provocada pelas fortes dores. Com o parto na água, as do­­res são mínimas”, explica a ginecologista e obstetra Gláucia Menezes, do Hospital Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu.
Adaptando-se às novas exigências do Ministério da Saúde, o hospital é um dos primeiros no estado a oferecer a técnica às gestantes. Em 21 de dezembro, a equipe do Cos­­ta Cavalcanti realizou os três primeiros partos na água, todos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Lucas Vinicius Rios da Silva, terceiro filho de Maria Candelária Rios Irazábal, foi quem inaugurou a banheira. “O parto foi rápido e sem dor. Não senti quase nada, bem diferente dos dois primeiros, também normais. Re­­comendo”, afirma a mãe.
Uma das primeiras maternidades brasileiras a adotar o modelo humanista no acompanhamento de gestantes e recém-nascidos, o Hospital Sofia Feldman, em Belo Horizonte (MG), há anos vem conseguindo manter o índice de cesarianas em 20%. Tudo graças a campanhas de esclarecimento sobre as vantagens do parto normal, o acompanhamento pré-natal e a multidisciplinaridade das equipes de saúde, com psicólogo, enfermeira obstetra e “doulas”, acompanhantes de parto que já tiveram vários filhos.
“A preparação psicológica é muito importante para que a mãe, quando possível, possa tomar a melhor decisão sobre o tipo de parto que deseja”, sugere o obstetra do Sofia Feldman Lucas Barbosa da Silva. Técnicas que auxiliem no trabalho de parto, reduzindo a dor ou possibilitando que o pai possa estar presente, também são bastante utilizadas na proposta de humanização do atendimento à futura mãe. Entre as mais procuradas está a do parto na água, com mais de mil nascimentos desde 2001.
Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/saude/conteudo.phtml?id=959855